História Sem Sentido (aparente)

30 maio, 2010

Era uma vez uma menina chamada Teresa que tinha um macaco chamado Alberto.

“Tenho que te pedir desculpa Alberto. Sabes, na realidade estou sempre irritada contigo e já percebi porquê. É que eu vejo-te não como um macaco, mas como aquilo que eu gostava que fosses. Por isso quando fazes cocó no meu vestido eu aborreço-me e fico triste porque não era isso que eu esperava da pessoa que imaginei para ti. Desculpa Alberto. Eu realmente não devia ter inventado esta identidade para ti. A partir de agora tu só és um macaco e eu sou só uma menina de sete anos.”

E o macaco e a menina seguiram juntos até ao jardim até que o macaco fez cocó no vestido da menina e ela não chorou porque percebeu que ele era só um macaco e ela só uma menina. Assim, tirou o babete do macaco e o biberão e pediu à mãe para o pôr na gaiola.

FIM

Cigarros

29 maio, 2010


Preciso dum cigarro. Um cigarro que me acalme o espírito. um cigarro que me dê ganas de viver. Um cigarro que cure esta sede em mim. Preciso da merda dum cigarro que me deixe respirar um pouco neste mundo cruel e frio...

Mas não um cigarro qualquer.

Preciso daquele cigarro, Marta. Daquele cigarro enquanto éramos jovens à sombra da àrvore, daquele cigarro que esperava junto connosco pelo autocarro. Daquele cigarro. Marta, lembras-te?
Daquele cigarro que ficava bem com o teu vestido. Daquele cigarro infinito depois dos nossos corpos se terem unido num choro de alma. Lembras-te Marta? Lembra-te do teu sorriso? Lembras-te disso? Daquele cigarro que saciava a mente, os olhos e a boca. Daquele cigarro louco e inconsequente.

Lembras-te Marta?

Lembra-te Marta. Lembra-te do cigarro, dos nossos corpos nus que se tocavam na noite fria. Do meu coração que era teu, Marta... Aquele estúpido cigarro, Marta...

(...)

Hoje os cigarros são só paus de pó que se esfumaçam pelo corre-corre do infinito do tempo, são só a secura dos meus lábios, as saudades do teu corpo. São só fósforos sem chama, pássaros que morreram longe do ninho e que estão no chão mortos e pisados. Os cigarros já não são o que eram...sem ti Marta...sem ti.

Onde estás? Onde te posso encontrar?

Foges-me pelos labirintos loucos da razão e da imaginação. Quem és tu Marta? O que eram os nosso cigarros? Será que ainda estás aí?

Continuo em busca da resposta, Marta...neste maço de vida sem fim.

MTSM

:X

28 maio, 2010

Desde aquele dia nada ficou igual
Sinto me tao fraco
Tao prestes a sucumbir
Tao prestes a desistir

(...)

ODEIO ESCREVER.
ODEIO ISTO TUDO CARALHO*

(...)

Quero tanto ser publicado e apreciado...

Comentários

27 maio, 2010

Eu sou mesmo desatento.

Abri uma série de comentários novos que nunca tinha visto no meu blogue e que não são recentes.
Desculpem pessoas.
Obrigado pelo apoio.

V.
R.
Billy.
Andorinha.
Limão Raspado.


{V. obrigado pelos elogios. Algum blogue que eu possa ver? Será que ainda estás aí? Desculpa o atraso}


E quem é que diria haveria uma pessoa anónima a a comentar os meus textos e a gostar deles?
Ninguém.

Medo =O

Cantar, Cantar, por todo o lado so oiço falar de cantar.
Começo a ficar nervoso. Não porque não seja uma coisa natural mas porque nunca cantei um dueto e parece-me tao estranho estar com outra pessoa a cantar...

Sim, talvez um dia...Mas definitivamente não com pessoas que conheça agora. Acho que ninguém tem um bom perfil...

Ah...é só cantiga!

Toda a gente acaba por ter um dueto na vida a bem ou a mal.
Só gostava que fosse bonito e com alguém que cantasse e gostasse de me ouvir cantar...

Mas provalvemente não.

Nova Fase

24 maio, 2010

adeus memorias

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23 maio, 2010

Não sei se consigo continuar a escrever
Se não tiver algum reconhecimento.

Estou farto de perder concursos.
Estou farto de ter esperança e ela ser sempre destruído.


ESTOU FARTO QUE NUNCA ME COMPREENDAS MÃE.
ESTOU FARTO QUE SEJAS BRUTA.
ESTOU FARTO !